terça-feira, 3 de julho de 2012

Fúria Vermelha


Domingo dia 01 de julho, começo de um novo mês. E que tal começar este mês com uma vitória. Foi isso que a Espanha fez, começo o novo semestre massacrando a Itália na final da Eurocopa.


A Espanha que vem deixando seu nome na história do futebol, campeãs das últimas duas Eurocopas e só para não perder o costume conquistou a Copa do Mundo no meio delas.

Uma grande final aonde se esperava ver futebol dos dois lados, mas a Fúria vermelha não deixou a equipe italiana jogar. Poucas e raras bolas com perigo chegaram até o gol espanhol, defendido por Iker Casillas considerado o segundo melhor goleiro da competição, perdendo por ironia para Gianluigi Buffon, da Itália, que amargou 4 gols na final.

O time dos espanhóis se mostraram mais unido, mesmo tendo feito uma semi-final contra a equipe de Portugal de igual para igual, para muitos esta deveria ser a final, mas por obras do destino isso não aconteceu.

E mais uma ironia ainda existe na final da Eurocopa 2012: dos 14 jogadores espanhóis que jogaram na decisão contra a Itália, somente quatro deles não atuaram na última temporada pelo Barcelona ou pelo Real Madrid. Quer mais uma ironia: foram precisamente esses quatro atletas que marcaram gol no estádio Olímpico de Kiev e deram o título da Eurocopa 2012 a equipe espanhola: David Silva que joga no Manchester City, Jordi Alba que atua no Valencia, mas já foi contratado pelo Barça para a próxima temporada; e Fernando Torres e Juan Mata que jogam pelo Chelsea.

Independente destas ironias, a Espanha conseguiu um feito inédito marcar quatro gols numa final da Eurocopa, mostrou que não é uma equipe de uma só temporada, mostra força de um grande time. Acho que o Brasil deveria se espelhar neles, e claro tomar muito cuidado para os próximos torneios (Copa das Confederações e Copa do Mundo).


 

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Dias das Bruxas no GE

Oi Gente
Bom primeiro preciso me desculpar, critiquei tantos as mídias por darem pouca cobertura para os jogos Pan-Americanos e fiz o mesmo... mas eu não sou mídia né.... vou tentar fazer uma matéria com um balancete dos jogos e postar aqui, aliás minha irmã disse que tinha que ter colocado todos os dias algo, nem que fosse o quadro de medalhas... mas realmente não deu, correria total.
Enfim vamos ao assunto de hoje. Como todos sabem sou formada em Jornalismo, com pós-graduação em Jornalismo Esportivo, a cada dia que passo percebo que o o mundo do JE (Jornalismo Esportivo) deixou de ser só notícias totalmente voltadas ao tema, o verdadeiro jornalismo vem invadindo aos meios esportivos, deixando cada vez mais informativo.
Admiro muito o trabalho de alguns profissionais da área, e posso dizer que sou grande fã do bom jornalismo esportivo, e por enquanto não existe nenhum que chegue aos pés da Globo, com perdão das outras emissoras, pelo menos na TV. A Globo tem os melhores profissionais distribuidos em seus programas, tanto na TV Aberta, como na TV fechada.
E juntando os dois assuntos e não poderia deixar de postar o vídeo o GE (Globo Esporte), aonde Tiago Leifert e Caio Ribeiro, deram um show hoje, juntando o esporte com o "Dia das Bruxas".  Desde que os dois começaram a dividir, por assim dizer, a apresentação do GE, deram um banho de talento, com um novo conceito de jornalismo, confesso que no começo eu achei estranho, muitos erros, mas que agora não existem mais.
Parabéns aos dois e também a sua produção. Você não assistiu o programa, não fique triste, abaixo segue o vídeo do programa:

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O Pan-Americano começou


Começou o Pananericano e poucas pessoas sabem disso. Isso tudo porque a Rede Record comprou os direitos de transmissão e não repassou para ninguém o direito de imagem. No meu ponto de vista uma burrice poderia ter repassado para alguns canais fechados, mesmo que fossem dos correntes, por que existem várias modalidades acontecendo ao mesmo tempo e com certeza ela não conseguirá transmitir tudo, sem falar que ela não deixar de passar sua programação normal que dá audiência, diminuindo ainda mais os horários disponíveis para a cobertura do evento.


Segundo ela repassando, por assim dizer os direitos, todos os canais seriam obrigados a falar que era um direito cedido pela emissora, assim ganharia propaganda gratuita, sem contar que eles poderiam lucrar cobrando certo valor das mesmas.

Deixando um pouco o fato do monopólio da emissora, temos que falar que ela é muito imatura neste segmento, mesmo se esforçando não consegue atingir patamares de outras emissoras. A contradições das informações dadas durante uma transmissão são enormes. Vou citar um exemplo, ontem durante a modalidade de ginástica rítmica que diziam ser ao vivo, mas na internet já havia foto da equipe brasileira ganhadora da medalha de ouro. Voltando, durante esta exibição o locutor, que não sei informar se era o Mauricio Torres ou Alvaro Jose, dizia que o Brasil se ganhasse a medalha de outro conseguiria um feito inédito para a modalidade, eu estranhei, porque me lembrava que no Pan do Rio de Janeiro a equipe brasileira havia ganho a medalha, mas pensei que eu havia me equivocado. Depois enquanto aguardavam a “suposta nota” o comentarista se corrigiu falando que elas seriam tetracampeãs (o que de fato esta correto), voltando a ganhar a medalha perdida no Pan anterior (neste caso Rio). E só depois quando já estavam no pódio recebendo “supostamente” as medalhas que a informação venho correta. Será é preciso que alguém os corrija para passarem as informações corretas? Sem falar nos comentaristas, como por exemplo, Virna Dias (vôlei) e Fernando Scherer, o Xuxa (natação), que não tinham dados para comentarem e davam comentários sem muito nexo, e olha que admiro muito estas duas figuras esportivas, que arrasavam no esporte.


Sem falar que sinto a falta de preparo dos próprios profissionais da emissoras, repórteres que estão tentando quebrar as regras e protocolos do evento para conseguir entrevistas exclusivas. Uma câmera colocado no dormitório, por assim dizer, dos esportistas para que eles acompanhem o evento e torçam pelos seus conterrâneos, e largam um microfone na mãos dos mesmos, para que eles falem o que bem entendam, isso sem falar e existe falha no som que quase sempre falha. Muitos outras coisas que prefiro não comentar, porque que estou jornalismo esportivo ou mesmo para quem sempre acompanha chega ser grotesco.

Sem falar no monopólio da emissora, podemos falar também um pouco na mídia escrita, bom vou falar especificamente do jornal que costumo ler “Folha de S.Paulo”, que também não está dando muito destaque ao Pan de Guadalajara. Me lembro que no Pan do Rio, está certo que era no Brasil, mas venho um jornal especial do evento. E neste mal se dá as informações necessárias.

Para uma pessoa igual a mim que adora esporte temos que recorrer a “santa” internet para obtermos mais informações sobre quais esportes estão ou estarão competindo, quais os atletas que participarão. Bom, enfim para as pessoas que não tem acesso a internet, poucos com certeza estão sabendo que está ocorrendo este evento. Autoridades esportivas se liguem para não cometerem os mesmos erros no futuro.

Agora vou falar de uma coisa que me chamou atenção no Pan e que achei muito criativo, em todos os pódios, os vencedores (1º, 2º e 3º) além de ganharem suas respectivas medalhas ganham também um boneco do mascote do evento. Que na verdade são três. E que para voltar no assunto acima citado, não ganharam destaque na cobertura do evento.

Então conheça eles:

Gavo é uma agave, espécie de cacto, planta bem comum na América Central e usada na produção de tequila. O personagem é apaixonado pelo México e pelo futebol, adora as áreas verdes e quer conquistar todos que forem ao México pelo Pan.


Leo é um leão mexicano e faz referência ao brasão de armas da cidade de Guadalajara, que tem dois leões. O personagem diz que todo bom “tapatio”, o apelido dos moradores de Guadalajara, gosta de boxe.

Huichi é um cervo que nasceu na região de Talpa, mas seu coração preserva as tradições do povo indígena Huichól (também conhecido como Wixáritari), que vive na região de Jalisco, estado em que está localizada Guadalajara. A tribos dos Huichól cultuam o fogo, os cervos e demais elementos da natureza.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Levantando a Taça


Ontem mais uma vez a seleção brasileira entrou em campo no estádio do Mangueirão, Pará. Estava em disputa o título do SuperClássico, quem vencesse levava o troféu para casa. Com uma mudança na regra, válida por oito anos, agora pode-se chamar jogadores que joguem no país ou no país adversário, ou seja, jogadores que atuem no Brasil e na Argentina. A seleção dos “hermanos” foi favorecida, pois não existe nenhum brasileiro atuando no país argentino, já os jogadores argentinos tem de rodo aqui no Brasil, só para este jogo foram convocados quatro jogadores atuantes no território brasileiro.


Uma torcida entusiasmada, vibrante, confiante. E confesso que somente em estádios que recebem pouco a seleção brasileira, que a lotação poderia ser a máxima e o calor humano tão contagiante. Se fosse em estádios de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerai ou Bahia com certeza a lotação não seria a mesma. O público foi um espetáculo a parte, cantou o hino, vibrou, gritou, xingou o juiz e tudo isso parece ter refletido nos jogadores. O público foi ao estádio com gosto de vitória e isso aconteceu.

Um time bem mais empolgado do que no primeiro jogo, apresentou belas jogadas e conseguiu manter o povo acordado diante da televisão. Claro que no segundo tempo bem mais do que no primeiro. Enfim surgiram talentos individuais e também coletivos. Parece que Mano Menezes acordou e colocou estrelas para jogar, ou será que foram o jogadores que acordaram dispostos a disputar uma vaga na seleção nos próximos jogos e principalmente da Copa das Confederações do ano que vem.

Não importa, não foi uma atuação brilhante, mas boa e o suficiente para vencer os argentinos, que cá entre nós não tiveram em nenhum dos jogos uma atuação condizente com as que se esperamos dos “hermanos”.


Destaque para Lucas, que finalmente saiu do banco direto para o estrelato, brilhou como nunca, e deixou muito concorrente com medo de perder o lugar. Lucas fez uma atuação digna de seleção brasileira, e com certeza irá ser convocados muitas vezes, assim esperamos.

Cortês, que não é o da novela (brega, mas eu tinha que fazer o trocadilho) que participou ativamente do jogo inteiro, com bons passes, ótimas roubadas de bola, sem contar que podemos dizer que ele meio autor dos dois gols, pois dos pés dele que saíram as jogadas que terminaram na rede.

Ronaldinho Gaúcho, que foi super bem marcado mesmo assim conseguiu mostrar o futebol que já o elegeu com o melhor j do mundo, e que conseguiu distrair os adversários, deixando os outros jogadores livres para chegarem até o gol, ou pelo menos perto dele.

Borges, que não é a toa que é o artilheiro do campeonato brasileiro, mostrou agilidade, mas só pecou na pontaria, ou melhor na falta dela. As poucas bolas que chegaram até seus pés não conseguiram chegar ao endereço certo, o fundo das redes. Foi um bom substituto de Leandro Damião e com certeza irá causar dúvidas na cabeça do técnico.

E até Neymar teve uma boa atuação, mas que ainda continua com a mania de cair. E poderia ter feito mais gols se não tivesse esse mania. Foi um pouco fominha querendo driblar todos e chegar ao gol, com isso perdeu muitas bolas e oportunidades.


 
Isso Mano Menezes, pode aplaudir os meninos da seleção fizeram uma boa atuação, muito aquém do que se esperam de uma equipe brasileira, mas com treino se chega lá.

Será que não está na hora do futebol se inspirar no vôlei e manter sempre uma mesma equipe pelo menos em quatro ou cinco jogos, além de treinos, que para mim deviam ficar concentrados e treinando pelo menos 10 dias antes de jogos, para se conseguir um entrosamento entre os jogadores, mesmo que em alguns jogos eles atuem mal? Toda seleção, jogador, técnico tem altos e baixos, o segredo é não desistir. Eu acho que este é o caminho, vocês não acham?


 
De qualquer forma parabéns a Seleção pela vitória, e pode levantar a taça. E como dizem todos os torcedores, comentaristas, narradores “ Ver a seleção ganhando é muito bom, mas ver a mesma ganhando da Argentina é melhor ainda”.

Gol Lucas (Brasil 1 X 0 Argentina)


Gol Neymar (Brasil 2 X 0 Argentina)

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Quero meu dinheiro de volta????

Ontem no estádio Mário Kempes, em Córdoba, Argentina aconteceu o primeiro Superclássico das Américas. O Superclássico foi criado após acordo feito entre a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e AFA (Associação do Futebol Argentino), que reviveu a antiga Copa Roca (depois de 35 anos, sua última edição realizada em 1976), nesta disputa entre as seleções brasileira e argentina e as equipes só podem contar apenas com jogadores que atuam em clubes de seus próprios países. A Copa Roca foi realizada 11 vezes, com oito conquistas da Seleção Brasileira.

Os torcedores presentes no estádio, tanto os brasileiros como os argentinos, viram um futebol apático, sem grandes lances (com uma exceção), sem brilho, com poucos chutes e sem perigo de gol, aonde os goleiros pouco apareceram.


O verdadeiro clássico sem sal e sem açúcar. Que poderia muito bem ser assistido de casa. Será que algum torcedor quis seu dinheiro de volta? Eu acredito que sim, se eu estivesse no jogo um iria querer.

No primeiro tempo, a Argentina teve uma pequena superioridade, mas mesmo assim sem empolgar sua torcida presente. Diga se de passagem que os “hermanos” foram prejudicados pela saída de seus dois atacantes Juan Manuel Martinez e Mauro Boselli. Na etapa final, o Brasil acordou, com lances de Leandro Damião e Ronaldinho, mas que não foram suficientes para vencer.

Embora a Seleção Brasileira não tenha apresentado um bom futebol, o atacante Leandro Damião se destacou em algumas jogadas e a principal dela foi quando deu uma “carretilha” ou “chapéu” ou “lambreta” no adversário e a bola só não entrou porque parou na trave.


Então Podemos simplificar este Superclássico das Américas como o clássico dos nºs 9 Leandro Damião pela equipe brasileira, que desde do jogo contra Gana tem sido o destaque e grande chance do Brasil e o Mauro Boselli pela argentina que aterrorizou a nossa equipe no primeiro tempo até sair contundido.


Agora uma pergunta para Mano Menezes (por quem tenho grande admiração) “Por que ele ainda insiste em colocar o Neymar enquanto tem o Lucas no banco de reserva. Não está na hora de testar outro ataque com Ronaldinho Gaúcho e Lucas”. Espero que minhas preces e minha pergunta tenha uma resposta no próximo dia 28, no Mangueirão em Belém, no jogo de volta aonde se decidirá o vencedor do “Superclássico das Américas”.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Sangue Branco e Preto - 101 anos

Hoje uma nação completa 101 anos. Vocês sabem do que estou falando. Nação sim, porque o CORINTHIANS não é só uma equipe de futebol, uma torcida, ou um bando de louco. CORINTHIANS é um grupo de pessoas reunidas por uma só paixão. Uma paixão que vai além dos campos de futebol. Abrange também o sambódromo, com sua escola de samba, mas vai mais longe, abrange os corações de milhares de torcedores.

Aí você vai me disser que todos os torcedores de futebol ou a equipe são uma nação, engana-se. O CORINTHIANS, é uma nação porque se supera todos os anos, pode não estar sempre na frente, mas é daí, o que importa é o amor de estar sempre presente, na vitória e na derrota, como se fosse um casamento, onde tem que estar presente nos momentos bons e ruins.

Quando de está presente somente nos momentos bons (como muitos times) o encanto acaba e casamento chega ao fim. No CORINTHIANS isso não acontece, porque não nos importamos de ser chamados de Manos, e outros nomes piores que não tenho coragem de citar, de ser ironizados pelos adversários por não ter esse ou aquele título, e de não se ter campo de futebol porque o amor é superior.

O que se adianta encher a sala de troféus com vários títulos se não existe respeito, cumplicidade e principalmente alegria de uma equipe, que é capaz de sorrir mesmo na derrota, claro que ficamos chateados com as derrotas, mas superemos isso porque sempre é tempo de recomeçar, ou melhor, continuar a caminhar. No pensamento CORINTHIANO, é possível se ler “não adianta chorar pelo leite derramado”, ou melhor, ainda “não adianta ficar lutando por uma coisa que já passou e que não tem como se mudado”, quem vive de passado é museu. Aprendemos com os erros e agradecemos aos mesmos por nos mostrar como a superar e não cometê-los de novo. Os erros são a força para uma nova etapa, sem abandono, sem desistência e sem fraqueza, porque isso são para os fracos e a NAÇÃO CORINTHIANA, é forte e se fortalece a cada ano. Somente uma nação pode ter um grito de guerra, hoje copiado por diversas equipes.

O CORINTHIANS é uma nação porque em suas veias corre o sangue branco e preto com muito orgulho.

Ao CORINTHIANS, parabéns pelos 101 anos (e não é qualquer um que consegue chegar a este feito).


Sangue Branco e Preto - 101 anos


Hoje uma nação completa 101 anos. Vocês sabem do que estou falando. Nação sim, porque o CORINTHIANS não é só uma equipe de futebol, uma torcida, ou um bando de louco. CORINTHIANS é um grupo de pessoas reunidas por uma só paixão. Uma paixão que vai além dos campos de futebol. Abrange também o sambódromo, com sua escola de samba, mas vai mais longe, abrange os corações de milhares de torcedores.


Aí você vai me disser que todos os torcedores de futebol ou a equipe são uma nação, engana-se. O CORINTHIANS, é uma nação porque se supera todos os anos, pode não estar sempre na frente, mas é daí, o que importa é o amor de estar sempre presente, na vitória e na derrota, como se fosse um casamento, onde tem que estar presente nos momentos bons e ruins.

Quando de está presente somente nos momentos bons (como muitos times) o encanto acaba e casamento chega ao fim. No CORINTHIANS isso não acontece, porque não nos importamos de ser chamados de Manos, e outros nomes piores que não tenho coragem de citar, de ser ironizados pelos adversários por não ter esse ou aquele título, e de não se ter campo de futebol porque o amor é superior.


O que se adianta encher a sala de troféus com vários títulos se não existe respeito, cumplicidade e principalmente alegria de uma equipe, que é capaz de sorrir mesmo na derrota, claro que ficamos chateados com as derrotas, mas superemos isso porque sempre é tempo de recomeçar, ou melhor, continuar a caminhar. No pensamento CORINTHIANO, é possível se ler “não adianta chorar pelo leite derramado”, ou melhor, ainda “não adianta ficar lutando por uma coisa que já passou e que não tem como se mudado”, quem vive de passado é museu. Aprendemos com os erros e agradecemos aos mesmos por nos mostrar como a superar e não cometê-los de novo. Os erros são a força para uma nova etapa, sem abandono, sem desistência e sem fraqueza, porque isso são para os fracos e a NAÇÃO CORINTHIANA, é forte e se fortalece a cada ano. Somente uma nação pode ter um grito de guerra, hoje copiado por diversas equipes.

O CORINTHIANS é uma nação porque em suas veias corre o sangue branco e preto com muito orgulho.

Ao CORINTHIANS, parabéns pelos 101 anos (e não é qualquer um que consegue chegar a este feito).